Jesus gostava de falar por meio de histórias quando queria que só as pessoas de coração puro entendessem. Um dia, sentado num barco, contou a história do semeador, para uma multidão que estava em pé na praia. Foi assim:
"Um semeador saiu a semear. Enquanto semeava, uma parte das sementes caiu no caminho, elas foram pisadas e vieram as aves e as comeram. Outra parte caiu entre as pedras, logo nasceram, mas, vindo o sol, secaram, porque não tinham raiz. Outra parte caiu entre espinhos, os espinhos cresceram e as sufocaram. E finalmente uma parte das sementes caiu em boa terra e elas deram frutos. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça."
Mais tarde, Jesus explicou aos seus discípulos:
"A semente é a palavra de Deus. As que caem junto do caminho são os que ouvem, mas depois vem o diabo e tira-lhes do coração a palavra para que não se salvem. As que estão sobre pedra são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria, mas, como não têm raiz, apenas crêem por algum tempo e, quando são tentados, a abandonam. E as que caem entre espinhos são os que ouviram e são sufocados com as riquezas e as preocupações da vida. As sementes que caíram em boa terra representam os que ouvem a palavra com um coração honesto e bom. E dão fruto pela perseverança." (Mt 13,1--23)
quarta-feira
Parábola do semeador
quinta-feira
Valeu a pena... mesmo sem foto
O Recorde Mundial do Guinness foi mais uma vez batido por gente de todo o mundo que exige aos seus líderes acabar com a pobreza.
Mais de 173 Milhões de Pessoas juntaram-se aos eventos de “Levanta-te e Actua!”, conseguindo um novo recorde como a maior mobilização da história por uma mesma causa.
O Recorde Mundial do Guinness foi ultrapassado este fim-de-semana quando 173,045,325 cidadãos e cidadãs se juntaram em mais de 3000 eventos por mais de 120 países, para exigir aos seus governos que erradiquem a pobreza extrema e que cumpram os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM). O Recorde Mundial do Guinness está certificado como “Levanta-te e Actua como a maior mobilização humana registada na história,” que no seu quarto ano, verificou um aumento de cerca de 57 milhões sobre o ano passado.
“Os mais de 173 milhões de pessoas que se mobilizaram este fim de semana mandaram uma mensagem clara aos líderes mundiais sobre a existência de uma exigência massiva, universal e global para a erradicação da pobreza e para o cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM)”, disse Salil Shetty, Director da Campanha do Milénio das Nações Unidas. “Particularmente, temos cidadãos e cidadãs determinados em mostrar aos seus governos que os responsabilizam sobre o cumprimento efectivo das suas promessas para acabar com a pobreza, melhorar a saúde materna, utilizar sistemas de protecção social e a eliminação de subsídios que causam distorções na concorrência como meios de incentivar um comércio agrícola leal. São cidadãos e cidadãs que não aceitarão desculpas sobre o não cumprimento das promessas realizadas em favor dos mais pobres e vulneráveis, que são os mais atingidos pela crise económica, alimentar e ambiental mundial e, que não tiveram responsabilidade sobre as suas causas.”
Na Ásia mais de 100 milhões de pessoas participaram (101,106,845); na África mais de 37 milhões de pessoas participaram (37,848,412); No Oriente Próximo mais 31 milhões de pessoas participaram (31,394,459); Na Europa mais de 2 milhões de pessoas participaram (2,102,121); Na América Latina mais de 200,000 pessoas participaram (229,371); Nos Estados Unidos de América quase 200,000 pessoas participaram (191,535); e na Oceânia mais de 170,000 pessoas participaram (172,582).
"Fica provado que o Levanta-te é uma mobilização mundial em crescimento, para além de ser um movimento com importantes raízes nas áreas mais remotas e em cidades de todo o mundo, ricas e pobres,” disse Sylvia Borren, Co-chair do Apelo Global Contra a Pobreza (GCAP – Pobreza Zero), que participou em vários eventos “Levante-te” na Holanda no passado fim de semana. “Estas são as vozes de gente nova, mulheres e homens que exigem a erradicação da pobreza e novas respostas sobre a crise alimentar, económica e ambiental. Enviaremos esta esmagadora mensagem nas próximas semanas e meses para influenciar/intervir sobre as discussões do clima de Copenhaga e a revisão dos ODM do próximo ano.”
Actualmente 1 bilião de pessoas em todo o mundo passam fome e 500,000 mulheres continuam a morrer anualmente como resultado da gravidez e do parto. A maior parte destas mortes podem ser evitadas.
Esta mobilização global foi organizada pelo o Apelo Global de Luta Contra a Pobreza (GCAP – Pobreza Zero) e pela Campanha do Milénio das Nações Unidas (Objectivo 2015), em parceria com uma série de organizações de todo o mundo.
Entre os 3,000 eventos realizados este fim-de-semana em todas as partes do mundo destacamos:
Nos Estados Unidos de América, a banda irlandesa U2 reuniu 50,000 pessoas que se ajoelharam para o momento “Levanta-te” durante o concerto do dia 18 de Outubro, em Norman, Oklahoma.
Apesar dos tornados que arrasaram as Filipinas recentemente, 35,5 milhões de pessoas em todo o país Levantaram-se e a campanha “Eu voto pelos ODM” (estudo sobre os assuntos que os votantes acham que devem ser priorizados pelos candidatos à presidência de 2010), foi lançada.
Portugal voltou a destacar-se por ser o país europeu com mais pessoas a Levantarem-se para a erradicação da pobreza em termos percentuais. Portugal mobilizou cerca de 1,4% da sua População. E mais de 10% dos eventos mundiais realizaram-se em Portugal, conseguindo assim bater o recorde do ano anterior.
Associações, ONGs, mais de 150 escolas, diversos locais de culto, empresas, meios de comunicação e particulares confirmaram em Portugal um sólido apoio para a erradicação da pobreza e o cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. Com apoiantes e simpatizantes cada vez mais consolidados, a coligação nacional coordenada pela Campanha Pobreza Zero, tem conseguido dar cada vez maior visibilidade à causa.
Esperamos e confiamos que os resultados não fiquem apenas pelos números, mas que estes se transformem em compromissos por parte de todos os líderes governamentais para terminar com esta grave situação que acaba com a vida de milhões de pessoas no planeta todos os anos. Que se entenda toda esta mobilização como uma demonstração de que cada vez mais estaremos alerta, mais conscientes e mais sensibilizados para mudar o mundo. Por tudo isso continuamos a acreditar que:
“Somos a primeira geração que pode erradicar a pobreza”
Mais info www.pobrezazero.org
Mais de 173 Milhões de Pessoas juntaram-se aos eventos de “Levanta-te e Actua!”, conseguindo um novo recorde como a maior mobilização da história por uma mesma causa.
O Recorde Mundial do Guinness foi ultrapassado este fim-de-semana quando 173,045,325 cidadãos e cidadãs se juntaram em mais de 3000 eventos por mais de 120 países, para exigir aos seus governos que erradiquem a pobreza extrema e que cumpram os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM). O Recorde Mundial do Guinness está certificado como “Levanta-te e Actua como a maior mobilização humana registada na história,” que no seu quarto ano, verificou um aumento de cerca de 57 milhões sobre o ano passado.
“Os mais de 173 milhões de pessoas que se mobilizaram este fim de semana mandaram uma mensagem clara aos líderes mundiais sobre a existência de uma exigência massiva, universal e global para a erradicação da pobreza e para o cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM)”, disse Salil Shetty, Director da Campanha do Milénio das Nações Unidas. “Particularmente, temos cidadãos e cidadãs determinados em mostrar aos seus governos que os responsabilizam sobre o cumprimento efectivo das suas promessas para acabar com a pobreza, melhorar a saúde materna, utilizar sistemas de protecção social e a eliminação de subsídios que causam distorções na concorrência como meios de incentivar um comércio agrícola leal. São cidadãos e cidadãs que não aceitarão desculpas sobre o não cumprimento das promessas realizadas em favor dos mais pobres e vulneráveis, que são os mais atingidos pela crise económica, alimentar e ambiental mundial e, que não tiveram responsabilidade sobre as suas causas.”
Na Ásia mais de 100 milhões de pessoas participaram (101,106,845); na África mais de 37 milhões de pessoas participaram (37,848,412); No Oriente Próximo mais 31 milhões de pessoas participaram (31,394,459); Na Europa mais de 2 milhões de pessoas participaram (2,102,121); Na América Latina mais de 200,000 pessoas participaram (229,371); Nos Estados Unidos de América quase 200,000 pessoas participaram (191,535); e na Oceânia mais de 170,000 pessoas participaram (172,582).
"Fica provado que o Levanta-te é uma mobilização mundial em crescimento, para além de ser um movimento com importantes raízes nas áreas mais remotas e em cidades de todo o mundo, ricas e pobres,” disse Sylvia Borren, Co-chair do Apelo Global Contra a Pobreza (GCAP – Pobreza Zero), que participou em vários eventos “Levante-te” na Holanda no passado fim de semana. “Estas são as vozes de gente nova, mulheres e homens que exigem a erradicação da pobreza e novas respostas sobre a crise alimentar, económica e ambiental. Enviaremos esta esmagadora mensagem nas próximas semanas e meses para influenciar/intervir sobre as discussões do clima de Copenhaga e a revisão dos ODM do próximo ano.”
Actualmente 1 bilião de pessoas em todo o mundo passam fome e 500,000 mulheres continuam a morrer anualmente como resultado da gravidez e do parto. A maior parte destas mortes podem ser evitadas.
Esta mobilização global foi organizada pelo o Apelo Global de Luta Contra a Pobreza (GCAP – Pobreza Zero) e pela Campanha do Milénio das Nações Unidas (Objectivo 2015), em parceria com uma série de organizações de todo o mundo.
Entre os 3,000 eventos realizados este fim-de-semana em todas as partes do mundo destacamos:
Nos Estados Unidos de América, a banda irlandesa U2 reuniu 50,000 pessoas que se ajoelharam para o momento “Levanta-te” durante o concerto do dia 18 de Outubro, em Norman, Oklahoma.
Apesar dos tornados que arrasaram as Filipinas recentemente, 35,5 milhões de pessoas em todo o país Levantaram-se e a campanha “Eu voto pelos ODM” (estudo sobre os assuntos que os votantes acham que devem ser priorizados pelos candidatos à presidência de 2010), foi lançada.
Portugal voltou a destacar-se por ser o país europeu com mais pessoas a Levantarem-se para a erradicação da pobreza em termos percentuais. Portugal mobilizou cerca de 1,4% da sua População. E mais de 10% dos eventos mundiais realizaram-se em Portugal, conseguindo assim bater o recorde do ano anterior.
Associações, ONGs, mais de 150 escolas, diversos locais de culto, empresas, meios de comunicação e particulares confirmaram em Portugal um sólido apoio para a erradicação da pobreza e o cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. Com apoiantes e simpatizantes cada vez mais consolidados, a coligação nacional coordenada pela Campanha Pobreza Zero, tem conseguido dar cada vez maior visibilidade à causa.
Esperamos e confiamos que os resultados não fiquem apenas pelos números, mas que estes se transformem em compromissos por parte de todos os líderes governamentais para terminar com esta grave situação que acaba com a vida de milhões de pessoas no planeta todos os anos. Que se entenda toda esta mobilização como uma demonstração de que cada vez mais estaremos alerta, mais conscientes e mais sensibilizados para mudar o mundo. Por tudo isso continuamos a acreditar que:
“Somos a primeira geração que pode erradicar a pobreza”
Mais info www.pobrezazero.org
segunda-feira
Valores Humanos
Antes de reclamares da tua vida, pensa naqueles que nem vivem, apenas existem...
terça-feira
O Professor Lino Barbosa deseja um bom ano lectivo a todos os alunos da EB 2,3 / S Santos Simões.
Fica a promessa de um visita
Beijinhos e abraços
Fica a promessa de um visita
Beijinhos e abraços
domingo
IR AO CINEMA
Olá malta!
Cansados de praia, sol e férias e antes de voltarem à escola, ficam aqui algumas sugestões:
“Por vezes é preciso fazer a pergunta que uma criança faria para se entender algo”. Eu arrisco: por vezes é preciso saber apreciar algo como uma criança para nos podermos deslumbrar verdadeiramente.
O filme conta-nos a história de um sonhador e de um sonho. Carl Fredrickson motivou grande parte da sua vida até então, brilhantemente ilustrada numa breve sequência de animações tão sublimes quanto tocantes, na tentativa de cumprir as suas idealizações infantis. Agora, já com 78 anos e face ao abandono que sente (e que ele próprio procura), decide-se finalmente a agir. Forçosamente acompanhado por Russell, um pequeno “explorador” de 8 anos, parte naquela que visualiza como a viagem da sua vida.
A ideia de objectivo, de “sonho”, é inerente à película. Também a nós não nos é estranha: motivamos as nossas vidas em função de determinadas resoluções, sejam elas simples, complexas, a curto ou longo prazo. Consigo visualizar a utilidade desta perspectiva: é da motivação adquirida pela necessidade de cumprimento de metas que surgem, muitas vezes, as grandes manifestações da capacidade humana. Chega a ser complicado imaginar o funcionamento de uma sociedade sem a força motriz que o objectivo constitui. No reverso, a obsessividade intimamente ligada a este conceito, em maior ou menor grau, afigura-se-me perigosa. O cumprimento de um objectivo requer sempre esforço ou sacrifício, com consequências para nós e para outros. Cabe-nos decidir até onde estamos dispostos a ir.
Conseguimos dosear as duas partes na medida certa?
É interessante ainda a forma como o filme aborda, sem moralismos excessivos, a temática da interacção entre gerações. Com a ajuda das personagens simbólicas de Carl e Russell, a película “atira-nos” uma reflexão sobre a relação entre o entusiasmo típico da juventude e passividade adjacente aos mais velhos. Não pretende dar a resposta (será que ela existe?), apenas lançar o desafio. Aceitamos importunar-nos?
Não devemos esquecer o verdadeiro escopo de Up: é um filme de animação, feito com o intuito de ser belo, colorido e animador para os mais novos. Ainda assim, conta-se que Einstein terá dito certa vez “Por vezes é preciso fazer a pergunta que uma criança faria para se entender algo”. Eu arrisco: por vezes é preciso saber apreciar algo como uma criança para nos podermos deslumbrar verdadeiramente
António Martins, sj»
Cansados de praia, sol e férias e antes de voltarem à escola, ficam aqui algumas sugestões:
“Por vezes é preciso fazer a pergunta que uma criança faria para se entender algo”. Eu arrisco: por vezes é preciso saber apreciar algo como uma criança para nos podermos deslumbrar verdadeiramente.
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A ideia de objectivo, de “sonho”, é inerente à película. Também a nós não nos é estranha: motivamos as nossas vidas em função de determinadas resoluções, sejam elas simples, complexas, a curto ou longo prazo. Consigo visualizar a utilidade desta perspectiva: é da motivação adquirida pela necessidade de cumprimento de metas que surgem, muitas vezes, as grandes manifestações da capacidade humana. Chega a ser complicado imaginar o funcionamento de uma sociedade sem a força motriz que o objectivo constitui. No reverso, a obsessividade intimamente ligada a este conceito, em maior ou menor grau, afigura-se-me perigosa. O cumprimento de um objectivo requer sempre esforço ou sacrifício, com consequências para nós e para outros. Cabe-nos decidir até onde estamos dispostos a ir.
Conseguimos dosear as duas partes na medida certa?
É interessante ainda a forma como o filme aborda, sem moralismos excessivos, a temática da interacção entre gerações. Com a ajuda das personagens simbólicas de Carl e Russell, a película “atira-nos” uma reflexão sobre a relação entre o entusiasmo típico da juventude e passividade adjacente aos mais velhos. Não pretende dar a resposta (será que ela existe?), apenas lançar o desafio. Aceitamos importunar-nos?
Não devemos esquecer o verdadeiro escopo de Up: é um filme de animação, feito com o intuito de ser belo, colorido e animador para os mais novos. Ainda assim, conta-se que Einstein terá dito certa vez “Por vezes é preciso fazer a pergunta que uma criança faria para se entender algo”. Eu arrisco: por vezes é preciso saber apreciar algo como uma criança para nos podermos deslumbrar verdadeiramente
António Martins, sj»
UP Official Movie Trailer
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