
Tentaremos ainda decifrar a origem do Homem à luz da Bíblia e da Ciência.
Desde os seus primórdios, a Ciência tenta responder a um dos maiores enigmas da Humanidade – a origem do Homem. Enquanto que a Bíblia nos dá uma visão à luz da sua época, baseada em explicações mitológicas e/ou lendárias, a Ciência actual apresenta teorias com um fundamento “dissecado em laboratório”.
Segundo a Bíblia, “ (…) Ao sexto dia, Deus criou o Homem à sua imagem e semelhança (…)”. È natural que a visão científica seja diferente… Esta elege uma explicação mais objectiva, cuja origem humana se associa aos primatas parentes dos macacos – australopiteco. Não se pode estabelecer uma divergência total entre as duas teorias, pois a Bíblia deve ser entendida e enquadrada com a sua época, com o contexto que a envolveu. Não deve ser interpretada à letra, logo não se pode falar numa divergência entre esta eventual analogia.
Contudo a origem da vida e os mistérios que a rodeiam, por mais que a Ciência avence, tem sempre algo de divino, de transcendente, de perfeição… Há sempre uma constante procurar do seu verdadeiro sentido.
A vida, para mim, só tem sentido quando temos alguém para amar e para ser amado, quando nos sentimos bem com algo que fazemos, ou ainda quando ousamos tomar a fé como nosso motor de arranque.
Cada pessoa terá a sua maneira de pensar de como deverá comungar esse mistério que nos ultrapassa. Um verdadeiro cristão viverá pela fé, orientando por ela a sua vida. Sem queres ofender ninguém, um ateu terá uma vida espiritual vazia, preferindo colmatar essa lacuna com um contentor de actos básicos quase animalescos – comer, dormir, reproduzir e depois morrer – como de um animal que age por instinto se tratasse.
Como a vida e a pós-vida podem ser encarados de formas tão distintas?
O Cristão rege-se pelos princípios do Céu e do Inferno – só vai para o paraíso quem levou uma vida sem pecados. Contudo, não deve encarar o destino final como um acto punitivo, mas como um prémio merecido. Deve encarar o mistério da vida com entrega para o próximo de forma gratuita.
Como pensará o ateu sobre o fim da vida? Para ele, não existe vida depois da morte. Portanto, viverá uma espécie de carpe diem – aproveita o dia! Se assim fosse, a vida não faria nenhum sentido. Seríamos somente mais um animal na cadeia alimentar…
Todavia, há muitos outros povos que têm as suas crenças e explicações para os mistérios do mundo, da vida. Por exemplo, os Muçulmanos têm uma visão do além que não é muito diferente da de um cristão. A crença na vida depois da vida! - Contudo Alá (do árabe, Deus) é, por vezes, confundido com o extremismo e oportunismo daqueles que querem fazer uma guerra (pouco) santa.
Concluindo, a vida em si é já um mistério e o Homem por mais verdades que busque, tem sempre necessidade de acreditar num Deus que o acompanha.
Eu acredito! E tu? Tens coragem de saborear o mistério da fé?
Trabalho elaborado por:
Tadeu - 10º A