Só se pode saber o significado da palavra "Paz" quando se vive num período de guerra. Quando atribuímos um significado só "supómos" o que é. Para uns é Liberdade, harmonia amizade.
Paz é terror, tiroteio, tristeza e infelicidade para alguns. Mas para os "entendidos", não. Essas palavras definem a guerra.
Com paz podemos amar e ser amados podemos brincar, saltar e correr e também podemos ir para onde quisermos sem ter de dar satisfações.
Para mim, paz define-se com a cor branca, com o respeito, partilha, solidariedade e amor. Isto são só suposições, porque eu não vivi num tempo de guerra.
Mas afinal o que é a paz?
Rui Fernandes nº25 7ºA
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Olá o meu nome é Luana.
A minha casa fica no meio da guerra onde é impossível viver.
Todos os dias acordamos com um tiroteio a decorrer.
Vivemos com o terror e a tristeza, questionámo-nos se a morte é certa para todos os inocentes.
Todos os dias penso como era bom viver em liberdade e harmonia para com todos.
Ninguém imagina a alegria que seria se todos nós partilhássemos o respeito e a amizade que existe connosco.
A minha mãe tenta dar-me protecção contra o terrorismo, mas é complicado.
Eu gostava que, pelo menos uma vez na vida, existisse felicidade, igualdade e fraternidade entre os povos. Mas a única coisa que existe é infelicidade, egoísmo e roubo.
Eu só queria que no mundo não existisse guerra e que no mundo mais ninguém sofresse o que eu sofri. Queria ser feliz!...
Mariana Isabel Garcia Rodrigues Nº 16 7ºA
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A Paz
O que nós mais desejamos no nosso mundo é a paz, porque nós somos todos iguais e vivemos em sociedade. O nosso maior tesouro é a liberdade porque facilíta fazer amizade e contribui para a felicidade. Temos de dar amor e respeito às vítimas de guerra,visto que eles vivem tristeza e infelicidade. Como podemos ser egoístas se as pessoas pobres vivem em más condições? Isso pode levá-los à morte, e quase ninguém faz nada para evitar. Por favor... solidariedade mais!
Professor: Paulo Barbosa
Aluno: Boris Dzyuba Nº3 Turma 7ºA
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A Paz!...
O teu sorriso vence as armas
A liberdade vence a prisão
e a harmonia vence a destruição.
A felicidade vence a tristeza
O respeito vence a crueldade
A solidariedade vence a injustiça
e a igualdade vence a desigualdade!
O amor vence ao rancor
e a qualquer obstáculo há volta dele!!
Carla do 7ºA
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A PAZ!!!!
A palavra PAZ tem vários significados.
Paz por outros palavras quer dizer harmonia, compreensão, partilha,
fraternidade, igualdade, ... são tantas que, se escrevesse todas nem
amanhã sairía destas páginas...
Em Paz deveria estar o mundo todo para deixar de haver guerra e nelas
mortes, tristeza, infelicidade, ...
Por isso, todos nós devemos viver mergulhados de respeito, felicidade,
amizade, solidariedade e acima de tudo rodeados de muito amor!!
Bruna do 7ºA
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sexta-feira
segunda-feira
Poema: A paz e a guerra
O sol no céu a sorrir
Os pássaros livremente a cantar,
As flores a colorirem a paisagem
E os peixes a brincarem nas águas do mar.
A calma instalada à nossa volta
Permitindo uma suave descontracção,
Enfeitiçada pelo ambiente de harmonia
Que nos enche de beleza a visão.
Até que…
Alguém resolve escurecer este dia
Alguém resolve escurecer este dia
Com decisões que fazem sofrer,
Carregadas de ódio e revolta,
Como que indicando que chegou a hora de morrer.
Os pássaros já não conseguem voar
O sol foi tapado pelas poeiras do terror,
As flores já não conseguem colorir,
O que rodeia este povo sofredor.
Escurecem assim dias de beleza
Em nome de algo sem razão de existir,
Que apenas nos fazem sonhar e ter esperança,
Em novos e lindos dias que depois da guerra hão-de vir
Cláudia Vanessa - 7ºc
quarta-feira
Decálogo para crescer em Paz; Serenidade
DECÁLOGO DA SERENIDADE
CARTA DO SANTO PADRE JOÃO PAULO II A TODOS OS
CHEFES DE GOVERNO DO MUNDO
COM O "DECÁLOGO DE ASSIS PARA A PAZ"
A Suas Excelências os Chefes de Estado ou de Governo
Há precisamente um mês que foi realizado em Assis o Dia de oração pela paz no mundo. Hoje, o meu pensamento dirige-se espontaneamente para os responsáveis da vida social e política dos países que ali estavam representados pelos chefes religiosos de numerosas nações.
As intervenções inspiradas destes homens e mulheres, representantes das diversas confissões religiosas, assim como o seu desejo sincero de trabalhar a favor da concórdia, da busca comum do verdadeiro progresso e da paz no seio de toda a família humana, encontraram a sua expressão nobre e concreta num "decálogo" proclamado na conclusão desse dia excepcional.
Tenho a honra de enviar o texto deste compromisso comum a Vossa Excelência, convencido de que estes dez propósitos poderão inspirar a acção política e social do seu governo.
Pude verificar que os participantes no encontro de Assis estavam animados como nunca por uma convicção comum: a humanidade deve escolher entre o amor e o ódio. E todos, enquanto membros da mesma família humana, souberam traduzir esta aspiração através deste decálogo, persuadidos de que o ódio destrói, o amor, ao contrário, edifica.
Faço votos para que o espírito e o compromisso de Assis levem todos os homens de boa vontade a procurar a verdade, a justiça, a liberdade, o amor, para que toda a humanidade possa gozar destes direitos inalienáveis, e cada povo, da paz. Por seu lado, a Igreja católica, que deposita a sua confiança e esperança no "Deus da caridade e da paz" (2 Cor 13, 11), continuará a empenhar-se para que o diálogo leal, o perdão recíproco e a concórdia mútua assinalem o caminho dos homens neste terceiro milénio.
Reconhecido a Vossa Excelência pelo interesse que se dignar prestar à minha Carta, aproveito esta ocasião para lhe confirmar a minha mais elevada estima.
Vaticano, 24 de Fevereiro de 2002.
O Decálogo de Assis para a Paz
1. Comprometemo-nos a proclamar a nossa firme convicção de que a violência e o terrorismo estão em oposição com o verdadeiro espírito religioso e, ao condenar qualquer recurso à violência e à guerra em nome de Deus ou da religião, empenhamo-nos em fazer tudo o que for possível para desenraizar as causas do terrorismo.
2. Comprometemo-nos a educar as pessoas no respeito e na estima recíprocos, a fim de poder alcançar uma coexistência pacífica e solidária entre os membros de etnias, culturas e religiões diferentes.
3. Comprometemo-nos a promover a cultura do diálogo, para que se desenvolvam a compreensão e a confiança recíprocas entre os indivíduos e entre os povos, pois são estas as condições para uma paz autêntica.
4. Comprometemo-nos a defender o direito de todas as pessoas humanas de levar uma existência digna, conforme com a sua identidade cultural, e de fundar livremente uma família que lhe seja própria.
5. Comprometemo-nos a dialogar com sinceridade e paciência, não considerando o que nos divide como um muro insuperável, mas, ao contrário, reconhecendo que o confronto com a diversidade do próximo pode tornar-se uma ocasião de maior compreensão recíproca.
6. Comprometemo-nos a perdoar-nos reciprocamente os erros e os preconceitos do passado e do presente, e a apoiar-nos no esforço comum para vencer o egoísmo e o abuso, o ódio e a violência, e para aprender do passado que a paz sem justiça não é uma paz verdadeira.
7. Comprometemo-nos a estar da parte de quantos sofrem devido à miséria e ao abandono, fazendo-nos a voz dos que não têm voz e empenhando-nos concretamente para sair de tais situações, convictos de que, sozinhos, ninguém pode ser feliz.
8. Comprometemo-nos a fazer nosso o brado de todos os que não se resignam à violência e ao mal, e desejamos contribuir com todos os nossos esforços para dar à humanidade do nosso tempo uma real esperança de justiça e de paz.
9. Comprometemo-nos a encorajar qualquer iniciativa que promova a amizade entre os povos, convictos de que, se não há um entendimento solidário entre os povos, o progresso tecnológico expõe o mundo a riscos crescentes de destruição e de morte.
10. Comprometemo-nos a pedir aos responsáveis das nações que façam todos os esforços possíveis para que, quer a nível nacional quer internacional, seja edificado e consolidado um mundo de solidariedade e de paz fundado na justiça.
sábado
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